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Para bem da nossa democracia temos todos que votar… no Pastel de Tentúgal

pastel de tentúgal

Perdoem-me esta falha, mas até ontem eu desconhecia a existência de um concurso destinado a eleger 7 doces maravilhas do nosso Portugal (mas já agora aproveito a oportunidade e arrisco o meu 7 ideal que devia ser titular em todos os jogos: Santaninha na baliza; Na defesa, Queijada de Tentúgal e a naturalizada Bola de Berlim; meio campo com Pastel de Nata e gelado de chocolate da Emanha; frente de ataque com a dupla Bolo de Bolacha e a Minha Mãe, cuja receita não partilho com ninguém).

Adiante. Percorro as internets e descubro que “temos o país inteiro mobilizado, os números de participação popular são gigantescos e a fase de selecção regional foi um tiro em cheio”. E chego a esta informação depois de ouvir em reunião de Câmara o vereador Miguel Babo a lamentar a derrota do Pastel de Tentúgal na meia final contra a Crista de Galo. As palavras – juro! – foram estas: “Foi pena a eliminação na meia-final. Acompanhei com atenção a carreira do Pastel de Tentúgal”.

Eu, que costumo seguir os doces com muita atenção (nomeadamente aquela fase terminal da sua carreira, quando se encaminham vagarosa e deliciosamente para os meus doces lábios), estou perplexo com a minha falta de atenção para com campeonato tão mediático. E naquela ânsia por encontrar mais testemunhos da competição, dou de caras com o nosso conhecido Secretário de Estado da Doçari… do Ambiente.

Deixo aqui a minha mensagem de apoio ao Pastel de TENTÚGAL às 7 Maravilhas Doces de Portugal. Apoiem com o voto em 760 107 104

Publicado por João Ataíde em Sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Chamo a vossa especial atenção para aquele pormenor técnico em que João Ataíde passa a tratar o Pastel de Tentúgal por um mais simples e amistoso “O Pastel”. Nota-se ali uma cumplicidade muito ternurenta entre O Pastel e O João, cuja voz melodiosa, que perdura no tempo e no vento, tão bem deixa transparecer, ou não fosse O Pastel um doce com “uma identidade muito própria”.
Recordo o último sopro de tão sentido testemunho: “Temos todos que votar no Pastel de Tentúgal. Setecentos e sessenta. Cento e sete. Cento e quatro.
Se comentasse o Nacional das 7 Maravilhas Doces de Portugal, Gabriel Alves não deixaria escapar “caro telespectador… isto é a mais doce poesia em movimento!”.

Não é delicioso o nosso Portugal?

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