Há 10 anos surgiram nas paredes da minha sala pinturas que tinham tudo para pertencer ao período neolítico.
Uma investigação levada a cabo pelas autoridades descartaram rapidamente uma hipotética descoberta arqueológica. O autor foi identificado, com a ajuda do testemunho ocular de uma familiar muito próxima. Foi julgado e condenado.
Anos mais tarde, aquela mesma testemunha veio confessar a co-autoria deste hediondo crime, numa reviravolta que surpreendeu as autoridades.
Brevemente, num exclusivo Netflix, siga o documentário “Neolítico na parede norte – Anatomia de um crime dos irmãos M & M”.